Filmes assistidos em Janeiro (2016)

Este post não tem a pretensão de ser uma crítica ou resenha dos filmes que assisti durante o mês de janeiro, mas apenas uma lista que talvez contenha uma ou outra recomendação.

tv

 

 

Perdido em Marte  – The Martian (original title)

Eu gostei bastante do filme e fiquei com muita vontade de ler o livro que deu origem ao mesmo. A única coisa que posso dizer sobre ele é: ASSISTAM!

Para quem quer ler o livro, no site da editora dá para baixar um trecho.

O mais engraçado pra mim foi que, depois de assistir o filme, eu me deparei com essa notícia: [SPOILER]

 

A espiã que sabia de menos – Spy (original title)

Na verdade era para ter assistido esse filme na casa de um amigo, mas eu dormi no meio dele (foi na virada do ano) e acabei vendo em casa mesmo.

O filme é bem divertido e brinca bastante com estereótipos de gênero e do gênero de filme de espião, fora que é a louca da Melissa McCarthy né? Tem nem o que dizer.

 

As Sufragistas – Suffragette (original title)

É até desonesto tentar descrever o que achei desse filme. Saí do cinema vibrando enlouquecidamente, apesar de, por outro lado, lamentar que num cenário político global, ainda tenhamos que avançar muito no que se trata dos direitos das mulheres.

De qualquer forma, o filme é sensacional. Mas deixo aqui uma crítica que uma amiga fez, e que acho relevante:

djamila

 

Pixels

Enquanto assistia ao filme, o único pensamento que me vinha na cabeça era:

queria estar morte

 

 

Maze Runner: Prova de Fogo – Maze Runner: The Scorch Trials (original title)

Eu já não tinha achado o primeiro filme aquela coisa toda, mas a proposta me pareceu bem mais interessante que a execução. Acho que por isso fiquei na vontade de ver a continuação, o que infelizmente me brochou de vez.

Este é outro filme que foi baseado em um livro e, apensar de não ter curtido muito a versão cinematográfica, ainda tenho interesse em ler os livros num futuro não tão distante.

 

O bom dinossauro – The Good Dinosaur (original title)

 

Pixar, né? Preciso falar mais alguma coisa?

Animação linda demais, não sei como teve gente que se atreveu a não gostar, mas enfim.

Só pra complementar, como de costume, a Pixar sempre coloca um curta antes dos filmes e foi essa: Os heróis de Sanjay – Sanjay’s Super Team (original title)

Achei sensacional como a questão cultural foi abordada nesse curta. Foi delicado e ao mesmo tempo arrebatador.

 

Star Trek

Eu não sou o que se pode chamar de fã de Star Trek, então pra mim o filme foi ok.

 

Desconpensada – Trainwreck (original title)

O filme é divertido e não tem a pretensão de ser mais do que isso. Achei bem legal e, se o trailer não convenceu, só queria dizer uma coisa: Tilda Swinton faz parte do elenco.

 

Oldboy – Oldeuboi (original title)

Se eu pudesse resumir esse filme em uma palavra, seria: pesado.

Olha, Oldboy é um excelente filme. No começo demora um pouco pra você entrar no “clima” e as coisas podem parecer um pouco desconexas, mas depois fica surreal.

 

Além da Escuridão  Star Trek  – Star Trek Into Darkness (original title)

Ah, Star Trek de novo. A história é bem interessante, mas só isso também e o único personagem cativante na trama é o Spok.

 

Expresso do amanhã  – Snowpiercer (original title)

Filme maravilhoso, só digo isso.

 

A vida secreta de Water Mitty – The Secret Life of Walter Mitty (original title)

Outro filme que amei. Walter Mitty é um personagem extremamente cativante e divertido, mas não só isso, ao entrar na sua “vida secreta” ele não só se abre como nos desarma. O filme é daqueles que nos diverte, mas também nos faz refletir sobre as coisas da vida e tudo isso de uma forma leve. Super recomendo assistir, principalmente se você estiver naquele período da vida em que precisa de um abraço.

 

American Ultra: armados e alucinados – American Ultra (original title)

Ps.: eu nunca vou entender porque o nome do filme em português precisa ser tão sem noção.

Esse é um daqueles filmes que, se não fosse por insistência de alguém, eu nunca nem teria sabido da existência, quanto mais assistido.

Pra ser bem sincera, na primeira metade do filme eu “paguei minha língua” porque o filme, apesar de ser um show de alegorias – o que é a proposta dele, é bem massa. Só que ele se prolonga demais e começa a ficar chato. Por isso não sei se recomendo ou não, fica meio que a critério do seu tempo e disposição.

 

Missão: Impossível  – Nação Secreta  – Mission: Impossible – Rogue Nation (original title)

Típico filme “Missão: impossível”, ou seja, muito bom! Claro que temos um ingrediente secreto que deixa o filme muito mais divertido de assistir, que é o Simon Pegg (adoro esse cara!).

 

Capital Humano – Il capitale umano (original title)

Apesar de esperar um desfecho um pouco diferente, não mudaria nada no filme. Achei ele magnífico e a forma diferenciada como ele foi feito deu um clima muito mais forte ao drama, isso porque ele mostra diferentes perspectivas da mesma situação. Isso faz com que a história seja montada como um quebra-cabeça, que só fica completo depois de termos a versão de todos os personagens.

Em uma palavra: magnífico.

 

Bom, queria ter assistido muito mais filmes, mas foram esses que vi durante o mês de janeiro. Espero que este post sirva para algum outro propósito que não seja só o de atualizar o blog.

 

 

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About Tica

Feminista e membra da União de Mulheres de São Paulo, onde é coordenadora adjunta do Curso de Promotoras Legais Populares, projeto voltado para a educação popular e feminista em direitos. É Viciada em Lego, apaixonada por ficção científica, apocalipse zumbi e possui sérios problemas em procrastinar vendo gif's e não lembrar o nome das pessoas. No mundo real é advogada empresarial e artesã

2 responses to “Filmes assistidos em Janeiro (2016)”

  1. Sybylla says :

    Gostei muito de Sufragistas. Achei bem pertinente fazer esse resgate histórico, mas depois que descobri que a protagonista é ficcional, algo me incomodou. Além de ser uma história de sufragistas brancas, senti que havia um tom oculto de crítica ali. Algo do tipo: “olha só, tá vendo, você tinha um emprego, casa, marido, filho e perdeu tudo por causa dessa luta. Vê lá, hein? Pensa bem se é isso que você quer.” Senti que eles focaram demais na vida pessoal dessa personagem que nunca existiu do que na luta genuína daquelas que foram presas e torturadas.

    Isso me incomodou terrivelmente depois que vi o filme. Me pareceu aqueles filmes em que colocam mulheres e negros em papel de destaque, mas dão um jeito de minar a participação deles com esse tipo de situação. Igual ao filme Históricas Cruzadas, que mostrou a situação degradante das empregadas domésticas negras, mas sob um viés de uma autora branca que deu vozes a elas.

    • Tica says :

      Então eu não sabia que a protagonista era ficcional. Acho que como ouvi que retrataram algumas coisas reais, pensei que ela também era.

      Esse ponto que levantou é bem interessante, porque, se por um lado expor esse papel de mãe foi a chave para uma parte do drama, também serviu para, de certa forma, apelar para o “papel de mãe” da mulher. O que é um prato cheio para minar a participação e protagonismo dela. Isso é um bom tema pra se abordar em um texto próprio, hein!

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