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Não citar a autoria é retirar o protagonismo feminino

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arte da Sirlanney (Magra de Ruim)

Muitas vezes, quando ilustramos um post num blog ou em uma página no facebook que administramos, acabamos não citando a autora da arte ou quando citamos uma frase e/ou reflexão, não mencionamos de quem ela veio.

Para postar, inicialmente, quer dizer que aquele trabalho conseguiu refletir algo que pensamos, militamos e/ou admiramos. Ou seja, todo o trabalho que aquela mulher teve para criar aquilo, foi, de certa forma, reconhecido.
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Sagrado Sopro [Raquel Almeida]

Há muito tempo não lia um livro de poemas ou poesias. Não por falta de vontade, claro. Porém, ultimamente só tenho lido poemas / poesias quando lançadas nos muros e postes da cidade ou coladas em algum mural de uma rede social. Mas semana passada ganhei um presente muito especial, que foi este livro da poetisa, escritora e arte-educadora Raquel Almeida.

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20 anos de Promotoras Legais Populares

Todos os anos uma nova turma de Promotoras legais Populares se forma. Mulheres com vivências, essências e sonhos diferentes. Mulheres com corpos, cabelos e cabeças únicas. Mulheres.

Algumas já chegam aqui com uma noção de militância feminista e do que é o feminismo; algumas já são militantes de longa data e outras chegaram ali abertas para aprender sobre isso tudo.

Lembro de quando fui aluna do curso de formação de Promotoras Legais Populares. Cada sábado era uma vivencia única e ainda que eu já fosse aluna do Curso de Direito, aprendi ali coisas que nunca aprendi na Faculdade e nem estou aprendendo na Pós tanto relacionadas ao Direito como relacionadas às vivências humanas. Fiz amizades com mulheres maravilhosas que carrego no coração até hoje e que, na medida do possível, mantenho contato ou, no mínimo, as vejo nas militâncias da vida ou dando entrevista sobre Direitos da Mulher em algum canal.

Tive aula com pessoas que me fizeram crescer como cidadã, convivi com a Amelinha, que admiro por demais da conta, e participei mais ativamente da União de Mulheres de São Paulo.

Saí de lá com muitas saudades: das aulas, do bate-papo no lanche, dos abraços, dos depoimentos das meninas. Enfim, o curso é algo que levarei pra vida toda e que sempre apoiarei como puder.

Este ano, o Curso das Promotoras Legais Populares completa 20 anos. 20 anos! Fico imaginando quantas mulheres não tiveram suas vidas tocadas por ele direta, sendo uma PLP, ou indiretamente, sendo ajudada por uma PLP. Não dá pra resumir em palavras o quanto acho este curso importante para as mulheres e o quanto me orgulho de ter feito parte dele.

Para quem não sabe, a idéia do curso surgiu em 1992, num seminário promovido pelo CLADEM:

Em maio de 1992, a União de Mulheres de São Paulo participou de um seminário sobre os direitos da mulher promovido pelo CLADEM — Comitê Latino Americano de Defesa dos Direitos da Mulher. Nessa ocasião, pela primeira vez ouvimos falar dos cursos de “capacitação legal” das mulheres. Estes cursos já vinham se desenvolvendo há pelo menos uma década em alguns países da América Latina, como Peru, Argentina e Chile.

Gostamos da proposta. Isto porque nós, militantes do movimento de mulheres, já tínhamos participado das lutas por conquistas de leis, particularmente no processo constituinte. Chegava, então, o momento de promover o conhecimento das leis e dos mecanismos jurídicos possíveis de acessar e viabilizar.

Ouvindo os relatos de advogadas e ativistas que administravam estes cursos, vimos ser possível capacitar as mulheres para a defesa dos seus direitos a partir do seu cotidiano e da sua comunidade. O Grupo THÊMIS (RS), que também participou do Seminário, foi o primeiro a concretizar essa idéia no Brasil, em Porto Alegre. Em São Paulo começou em 1994, com um primeiro seminário denominado “Introdução ao Curso de Promotoras Legais Populares”, com 35 lideranças populares.

Felizmente encontramos o pleno apoio do IBAP, que por sua vez mobilizou o Movimento do Ministério Público Democrático e a Associação dos Juízes Para a Democracia.

Em 2004 realizamos o 10º Curso e chegamos a 2.000 Promotoras Legais Populares no Estado de São Paulo, celebrando os 10 anos da implementação do Projeto no Estado do São Paulo.”(fonte)

Este ano, pretendemos fazer uma comemoração especial para os 20 anos do Curso e estamos montando vários projetos para arrecadar fundos. Um deles é o Kit Ecobag Visiona + Par de Brincos:

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Montamos este Kit em parceria com a Banda Eletrônica Feminista Visiona para arrecadar fundos para a Formatura do 20º Curso de Promotoras Legais Populares que é realizado pela União de Mulheres de São Paulo.

Do dinheiro arrecadado com o Kit, vamos descontar apenas o custo do material, todo o resto será doado para a Formatura. Esperamos que muita gente abrace a causa e ainda curta o seu lindo kit!

[+] Link para compra na Lojinha virtual

[+] Conheça um pouco da banda:

 

Por que você milita?

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Um dia desses fui reencontrar umas amigas no bar. Uma delas, não via há anos, eu acho. Conversamos sobre diversas coisas, bebemos e comemos, claro. Em uma dessas conversas, entramos em um dos assuntos que mais me atiçam: Violência contra Mulher. Leia Mais…

Motivos para ler Universo Desconstruído: Ficção Científica Feminista

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Muitas pessoas, num primeiro momento, poderiam estranhar a proposta do livro Universo Desconstruído de trazer um novo gênero literário às nossas prateleiras brasileiras ou e-readers: A Ficção Científica Feminista.

A primeira reação geralmente é questionar a necessidade deste sub-gênero da Ficção Científica; a segunda reação, não menos equivocada, é subestimá-lo. Leia Mais…

A quem pertence o espaço público?

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A quem pertence o espaço público? Digo, quem, necessariamente, pode ocupá-lo; usufruí-lo?

Em sua ingenuidade, você poderia simplesmente achar a pergunta retórica. Afinal, o espaço publico é PÚBLICO. Ou seja, é de todas(os) nós. E eu, talvez, se não me despisse de meus privilégios, diria que você tem razão. Mas isso seria uma utopia, pois sabemos que o espaço público tem dono. Leia Mais…

Retratos do Brasil: como os homens percebem a violência contra a mulher

Realizada em agosto e setembro de 2013, a pesquisa teve consultoria do Instituto Noos, uma organização que atua em grupos de reflexão com homens agressores. Além de conseguir respostas diretas, também encontrou as contradições que nós vivemos.

  • 41% dos brasileiros (homens e mulheres) conhecem ao menos um homem que foi violento com sua parceira (atual ou ex).
  • Apenas 16% dos homens admite ter tido atitudes violentas – isso representa cerca de 8,8 milhões de homens.
  • Ao conhecerem a lista de atitudes entendidas como violência doméstica, 56% dos entrevistados admitiram ter praticado violência contra suas parceiras.
  • Xingar, humilhar em público e obrigar a mulher a relações sexuais quando ela não quer são atitudes vistas como naturais num relacionamento pelos homens.
  • Apenas 35% dos homens acha que a mulher deve procurar a Delegacia da Mulher quando ele a impede de sair de casa.

Continue lendo: Retratos do Brasil: como os homens percebem a violência contra a mulher.

Virginia Woolf: Profissões Para Mulheres e Outros Artigos Feministas

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Há um tempo atrás um amigo me mandou um link de uma promoção imperdível no Submarino. Era um Box com 6 livros da Virgínia Woolf: A Viagem, Noite e Dia, Entre os Atos, O Quarto de Jacob, Os Anos e As Ondas.

Apesar de já saber que ela era uma ótima escritora, nunca tinha lido nada dela e, por mais insano que possa soar, ela nem estava na minha lista de “livros que eu precisava ler antes de morrer”. Leia Mais…

Por que as vítimas de violência doméstica não vão embora?

Quando assisti o vídeo da Leslie Morgan Steiner respondendo à insistente pergunta “por que as vítimas de violência doméstica não vão embora?”, fiquei com vontade de fazer um post falando diversas coisas sobre a violência doméstica, seu conceito , citar as estatísticas  do Mapa da Violência – Homicídio de Mulheres no Brasil, dentre tantas outras idéias que queria compartilharFiquei com uma vontade imensa de escrever falando dessa nossa mania horrível de culpar a vítima e de revitimizá-la, porque o depoimento da Leslie me emocionou.

Porém, depois de pensar um pouco, cheguei à conclusão de que não precisava escrever respondendo a esta questão, pois o vídeo abaixo é capaz de falar por si só:

Quem tem medo do Feminismo?

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Hoje tem post meu lá nas Blogueiras Feministas. Confiram: Quem tem medo do Feminismo?

Cartilha da Lei Maria da Penha

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A Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, completou 7 anos no dia 07 de Agosto deste ano. Porém, ainda hoje, há uma série de dúvidas que rodeiam a Lei e principalmente a questão da Violência Doméstica. Leia Mais…

Lésbicas: invisibilidades e violências

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Post meu no Blogueiras Feministas para a 1° Semana de Blogagem Coletiva pela Visibilidade Lésbica e Bissexual, organizada pelo site True Love.Confiram: Lésbicas: invisibilidades e violências

Sobre preconceitos e privilégios

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Em todos os lugares da sociedade estamos sujeit@s a todos os tipos de preconceitos e discriminações. Em casa, no trabalho, na rua, no ônibus, online ou não. Esse tipo de violência está ali nos esperando naquela esquina escura chamada vulnerabilidade, na qual em algum momento da vida sempre passamos.  Leia Mais…

Ensaios de Gênero

Um espaço para se ensaiar política, educação, feminismo e coisas do gênero...

Feminismo Ráiot

música + feminismo + faça você mesma

Joanah Dark

Performance, Fotografia e Feminismo.

Café Feminista

Por Cely Couto

FeminismUrbana

Textos, artigos, imagens, quadrinhos, opiniões. A idéia é juntar quem está pensando as cidades na perspectiva feminista, no Brasil e na América Latina.

feminismosemdemagogiaOriginal

Blog da página Feminismo Sem Demagogia - Original

Alemão com Frau Santana

A Alemanha bem perto de você.

O Fim da Eternidade

(Isaac Asimov)

Colunas Tortas

mais que uma opinião

Marcha Mundial das Mulheres

Feminismo 2.0 até que todas sejamos livres!

Blogueiras Negras

"Quem não quer raciocinar é um fanático;quem não sabe raciocinar é um tolo; quem não ousa raciocinar é um escravo"

Quem o Machismo matou hoje?

No Brasil, quatro mulheres são assassinadas todos os dias vítimas da violência doméstica. Você sabe quem elas são?