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28 dias pela vida das mulheres

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25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres

Esta vai ser a minha pequena contribuição para a Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

A violência contra a mulher, resultado de uma desigualdade social histórica e naturalizada, sempre existiu, porém só atualmente vem ganhando visibilidade. Leia Mais…

Essa tal de consciência coletiva…

A partir do momento em que o modo de produção de mercadorias passou do doméstico para o fabril depois da Primeira Revolução Industrial na Inglaterra, o sistema Capitalista enfrentou a sua terceira etapa, denominada de Capitalismo Industrial. A situação de vida deplorável que os operários enfrentavam em sua jornada de aproximadamente 16 horas de trabalho sem quaisquer direitos trabalhistas levou o proletariado a invadir as fábricas e destruírem as máquinas que eram o motivo concreto da miséria e das mutilações, começa  então a ser formada uma consciência coletiva contra os detentores dos meios de produção e exploração coletiva.

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Agora é que são elas…

Atualmente as mulheres estão mais preocupadas em vencer as conseqüências da idade do que em lutar contra as desigualdades ainda presentes em pleno século XXI. Apesar de ainda receberem menos que os homens, de algumas sofrerem violências domésticas e injusta divisão das tarefas do lar, a idéia de lutar contra isso parece não fazer parte da agenda feminina.

A conquista do mercado de trabalho modificou a personalidade feminina e contribuiu para o surgimento de um grupo de mulheres obcecadas por sucesso e dinheiro, ambições que se desenvolveram e ganharam espaço graças ao crescimento do capitalismo ao longo do tempo. Essas mulheres estão perdendo o espírito altruísta e criando uma individualidade exacerbada, características que também prouveram do capitalismo. Na mesma medida que buscaram igualdade entre os sexos acabaram adotando posturas tipicamente masculinas. Podemos dizer que a superexposição da sexualidade é uma delas, a ânsia de ser jovem, bonita e desejável. Tais posturas vêm de encontro com as tendências estéticas do capitalismo, corpo e roupas com um custo de sustentação caríssimo e a luta inevitável contra o envelhecimento através de cirurgias, tendências estas que sustentam um mercado de milhões de dólares através da insatisfação com o “eu”, que nunca será saciada, para o próprio bem do sistema.

O capitalismo traz para as mulheres uma época repleta de futilidades, terrorismos estéticos, complexos de inferioridade e o gasto constante e inútil para se manter bela e jovem. Um os maiores desafios do pós-feminismo é o de encontrar meios de enfrentar as influências estéticas ditadas pela sociedade de consumo. Portanto, a luta agora é pelo direito de envelhecer com tranqüilidade tendo uma relação menos neurótica com o corpo e lidando melhor com a sexualidade no decorrer dos anos.Em suma, aceitar a condição de mortal, negada por todos que se acham semi-deuses.

A Caixa de Pandora

Alguém morreu? Estatística. Menos um animal? Extinção. Falta de dinheiro? Materialismo. Analfabetos? Falta de tempo. Aquecimento Global? Não há problema todos nós vamos para o céu e etc.

Mundo! Os famintos te devoram, te usam.Secam as suas nascentes e dizem que o futuro justifica o presente. Mas não consigo ver futuro algum, talvez ele esteja atrás dessa fumaça densa que sai das chaminés das indústrias e dos carros, ou talvez ele esteja no fundo daquele rio poluído e grávido de morte. Talvez o seu futuro esteja por aí brincando de pega-pega com as crianças e os ratos à beira do esgoto.

Começo a concordar que a industrialização foi um pequeno passo para o homem, mas o aquecimento global é o grande passo da humanidade.

Mundo, ninguém te ouve gritar! Pare de chorar, ninguém quer saber de suas lágrimas! Acho que você não é esse tal de primeiro mundo de que falam. Não, ele deve ser de outra galáxia, porque você é o mundo dos emergentes que estão submergindo com seus atos.

Talvez você tenha razão de se revoltar. Arrastarás com a enchente de suas lágrimas esses infiéis; sugarás para tuas entranhas até a última gota dos agrotóxicos do seu solo; fumarás o último trago das queimadas e brindaremos com um cálice de esgoto a decadência humana. Porque eles estarão se devorando quando a fauna e a flora estiverem extintas e descobrirão no ápice de sua fome insaciável que o ouro e o dólar tem um gosto amargo.

E as crianças, de quem são?

Nossas crianças estão nas ruas pedindo ajuda e a única coisa que fazemos por elas é conta-las estatisticamente ou apenas fechar o vidro automático do nosso carro do ano. Elas tentam chamar a nossa atenção. Primeiro pedem dinheiro, algumas ainda se esforçam e fazem malabarismos, os insensíveis acham graça e jogam uma moedinha que não muda nada na vida daquela criança, no mínimo pode ajudar a comprar um pão ou uma pedra de crack.

Quando se chega a uma determinada idade, ou até antes disso, pedir dinheiro já não resolve, é preciso de mais e elas partem para a marginalização. Refiro-me à grande maioria e não aos sorteados pela mega-sena que conseguem uma fada madrinha ou padrinho mágico. Estamos falando das crianças que vemos nas ruas e que no máximo sentimos pena.

Em nossa consciência não podemos, não queremos e não temos tempo para mudar o mundo. Esta é a questão, quando as suas infrações não passam de crimes famélicos ou quando partem para a prostituição, digamos que ainda estão pedindo socorro. O problema é quando elas não querem mais ajuda, ou pior, quando a ajuda recebida é uma Fundação Casa da vida que se não matar aqueles jovens, aprimora os seus dotes criminosos.

É na transição do pedido para a imposição, que não percebemos a nossa parcela de culpa. Agora elas não farão mais malabarismos, farão terrorismo; não estenderão as mãos, você que levantará as suas; não andarão com brinquedos velhos, estarão armadas.

E no momento em que matarem algum ente seu,você as perceberá, mas não as enxergará. Talvez seja aquele menino que na sexta-feira passada estava embaixo do viaduto a 7ºC, o autor do assassinato do seu filho. Mas agora você já não vê uma criança, vê um monstro. De repente a vítima da sociedade vira o seu altroz.

E em um momento de fúria você se vestirá de luto, mobilizará a Nação e pedirá a redução da maior idade penal. E em nenhum momento assumirá a sua parcela de culpa, em nenhum instante se preocupará em modificar este lamentável quadro social.

Você enxerga apenas as soluções mais cômodas, afinal, presas elas não farão mal a ninguém, somente umas às outras, talvez seja melhor tirar o problema do seu campo de visão e ele estará solucionado, como alguém que não quer arrumar a bagunça e coloca tudo no armário de qualquer jeito. O seu ambiente externo fica em perfeita harmonia mas o problema continua e a qualquer momento pode desabar em sua cabeça.

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