Tag Archive | Sociedade

O machismo da linguagem

As palavras têm poder. Muitas vezes não paramos para pensar o quanto elas podem refletir a sociedade na qual vivemos. Somente quando lidamos com uma linguagem sexista percebemos isso, porque, uma vez associada intrinsecamente à nossa cultura, a linguagem representa a forte influência do patriarcado.

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A vida aqui só é ruim quando não chove no chão

 

Nordeste, sim ele. Que por incrível que pareça fica no Nordeste mesmo, ao contrário do que os leigos e geralmente preconceituosos dizem. O Norte é para o outro lado, meus amores, qualquer Rosa dos ventos poderá lhes ensinar isso.

Enquanto nordestina me sinto ofendida, não com os comentários pejorativos em si, mas porque são vindos de pessoas que sequer tem a mínima noção de sua própria origem.

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Greve dos bancários, um recorte de gênero.

A greve dos bancários acabou. Após dias de paralisação e um grande impacto social, afinal é este um dos sentidos das greves, podemos dizer que o setor bancário retomou as suas atividades. Os acordos foram selados e todos saíram felizes.

Mas e as bancárias?

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O silêncio das vítimas

A nossa sociedade têm um hábito cultural perverso de culpabilizar as vítimas. Nos crimes contra a vida, a dignidade moral e sexual, sempre encontramos alguém pronto a nos mostrar que a vítima teve a sua parcela de culpa. É a mesma coisa de dizer o famoso “Fez por merecer”.

O que há de se esperar então da vítima de violência doméstica, que “conhece” tão bem o seu agressor? Segundo a nossa sociedade, culpada.

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E as crianças, de quem são?

Nossas crianças estão nas ruas pedindo ajuda e a única coisa que fazemos por elas é conta-las estatisticamente ou apenas fechar o vidro automático do nosso carro do ano. Elas tentam chamar a nossa atenção. Primeiro pedem dinheiro, algumas ainda se esforçam e fazem malabarismos, os insensíveis acham graça e jogam uma moedinha que não muda nada na vida daquela criança, no mínimo pode ajudar a comprar um pão ou uma pedra de crack.

Quando se chega a uma determinada idade, ou até antes disso, pedir dinheiro já não resolve, é preciso de mais e elas partem para a marginalização. Refiro-me à grande maioria e não aos sorteados pela mega-sena que conseguem uma fada madrinha ou padrinho mágico. Estamos falando das crianças que vemos nas ruas e que no máximo sentimos pena.

Em nossa consciência não podemos, não queremos e não temos tempo para mudar o mundo. Esta é a questão, quando as suas infrações não passam de crimes famélicos ou quando partem para a prostituição, digamos que ainda estão pedindo socorro. O problema é quando elas não querem mais ajuda, ou pior, quando a ajuda recebida é uma Fundação Casa da vida que se não matar aqueles jovens, aprimora os seus dotes criminosos.

É na transição do pedido para a imposição, que não percebemos a nossa parcela de culpa. Agora elas não farão mais malabarismos, farão terrorismo; não estenderão as mãos, você que levantará as suas; não andarão com brinquedos velhos, estarão armadas.

E no momento em que matarem algum ente seu,você as perceberá, mas não as enxergará. Talvez seja aquele menino que na sexta-feira passada estava embaixo do viaduto a 7ºC, o autor do assassinato do seu filho. Mas agora você já não vê uma criança, vê um monstro. De repente a vítima da sociedade vira o seu altroz.

E em um momento de fúria você se vestirá de luto, mobilizará a Nação e pedirá a redução da maior idade penal. E em nenhum momento assumirá a sua parcela de culpa, em nenhum instante se preocupará em modificar este lamentável quadro social.

Você enxerga apenas as soluções mais cômodas, afinal, presas elas não farão mal a ninguém, somente umas às outras, talvez seja melhor tirar o problema do seu campo de visão e ele estará solucionado, como alguém que não quer arrumar a bagunça e coloca tudo no armário de qualquer jeito. O seu ambiente externo fica em perfeita harmonia mas o problema continua e a qualquer momento pode desabar em sua cabeça.

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